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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

The Blessed Choice of Love

You know that state when you feel Blessed, overwhelmed with Gratitude, Joyful, overflowing with a powerful symphony of Life force cascading all over you, your skin tingling with the intensity of it all, your Heart so big it all but bursts from your chest, laughter bubbling from your pores mingled with tears of fulfilment?

This is how I feel very often and this is how I felt last Saturday when I decided to get in my car late in the afternoon to celebrate love with the wonderful and very special man I playfully, but truthfully, call my Sweet Prince. What happened on the way was nothing short of a reunion of Heaven and Earth performing the most sensual dance of Light and Dark. A Gift so abundant I cannot even begin to describe how overtaken by bliss I was. It truly felt like the sky was cheering all the way and I could not stop myself from trying to capture it all on the minute screen of my mobile... so small to capture such grandness. 

The images I saved are in no way half as glamorous as the spectacle I was offered for an hour, while merrily driving down an almost empty road to pure and simple love. They do not show the intricate depth of the hues colouring the sky or the changing landscapes riveted by the golden pink clouds. Anyhow I cannot but share the vague image of why I felt swept off my feet and embraced in this all encompassing ode to the Abundance of Life.

Thank you is all I have left to say <3




The tools, the purpose... and the final result / As ferramentas, o propósito... e o resultado final


All tools serve a purpose. Be it in whichever context. And once the tool has served its purpose it becomes unnecessary. It is a means to an end, not the end in itself.  

This is pretty straightforward in most contexts. When it comes to our Spiritual Path, however, it is not always quite so clear. 

Spiritual tools are Spiritual tools. They all serve a purpose. Nevertheless, confusion is common when it comes to discerning the difference between the tool, the purpose and the result. In fact, in this context, there are no static results or deadlines to achieve them. This makes it  easy to confuse the tool with its purpose, to become attached to the tool and to lose sight of the ongoing result, thus assuming that without the tool we are helpless. It is an enticing rut to get stuck in, with the added "bonus" of us mostly choosing a myriad of tools instead of focusing on just a few and using then consistently.

In such a quagmire of dependence on tools, how is one to ever Trust, really fully Trust and listen to one's own Divine Essence - the very same Essence that enlightens all that Is?

Tools are a fabulous, magic gift to all of us, helping us open up to our Divine Wisdom. They are not our Divine Wisdom itself and they are certainly not a perenial requirement. 

Though hard to break for the comfort they bring, why not gradually let go of the habit of using Spiritual tools as a rule and rather make them the exception?

Breaking habits, any and all habits, always opens space for new perspectives and can be as simple as changing part of a practice without eliminating it completely. It can be as simple as taking a deep, conscious, sweet breath :)

***

Todas as ferramentas têm um propósito. Seja em que contexto for. E uma vez que a ferramenta tenha servido o seu propósito, torna-se desnecessária. É um meio para atingir um fim e não o fim em si mesmo. 

Isto é bastante óbvio na maioria dos contextos. Quando se trata do nosso Caminho Espiritual, deixa de ser assim tão óbvio. 

Ferramentas Espirituais são Ferramentas Espirituais. Todas servem um propósito. No entanto é comum confundir-se a ferramenta com o seu propósito e com o resultado que produz. De facto, neste contexto em particular não existem resultados estáticos nem prazos para os atingir. Isto torna a confusão entre a ferramenta e o seu propósito frequente. É fácil ficar-se apegado a uma ferramenta e  não discernir os seus resultados constantes, o que nos leva a assumir que sem a ferramenta ficamos desamparados. É uma armadilha aliciante, com o "bonus" adicional de escolhermos, na maioria das vezes, uma imensidão de ferramentas em vez de nos cingirmos a poucas e usarmo-las consistentemente. 

Neste mar de dependência em relação às ferramentas, como é que se pode chegar a Confiar, Confiar mesmo completa e profundamente na nossa Divina Essência e ouvi-la - a mesma Essência que ilumina tudo o que É?

As ferramentas são uma dádiva fabulosa e mágica, ajudando-nos a abrir a nossa Sabedoria Divina. Não são, no entanto, a Divina Sabedoria em si mesma e não são, de todo, um requisito perene. 

Ainda que difíceis de largar pelo conforto que trazem, porque não quebrar gradualmente o hábito de usar ferramentas Espirituais como a regra e usá-las, ao invés disso, como a exceção?

Quebrar hábitos, todos e quaisquer hábitos, abre sempre espaço para novas perspetivas e pode ser tão simples como mudar apenas uma parte de uma prática, sem eliminá-la por completo. Pode ser tão simples como tomar uma doce, profunda e consciente respiração :)


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Conversas Sábias entre Mãe e Filhos

Mãe e filhos de 9 e 7 anos em conversa à hora do jantar, sobre o tema da Morte, com simples naturalidade:

Mãe: "A morte não é um fim, é uma mudança de estado, em que deixamos de estar aqui no corpo mas continuamos a existir..."

O filho mais velho: "Claro mãe! Nós vimos aqui à Terra para fazermos o que temos a fazer, para vivermos as nossas experiências e resolvermos o que escolhemos e depois voltamos a vir muitas outras vezes..."

O filho mais novo: "Ai é??? Eu pensava que esta era a minha primeira vida, a única, que eu venho cá para experimentar isto tudo que é novo para mim!"

Mãe: "Sim filho, tu estás cá pela primeira vez, mas o mano já cá veio muitas vezes..."

A típica diferença entre uma criança Índigo e uma Cristal ;)

(PS - Este relato é real e passou-se a semana passada com uma querida amiga minha. Achei tão delicioso que decidi partilhar :) )




segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Ultimate Challenge / Desafio Supremo

Life on Earth's ultimate challenge boils down to:

Choosing between either losing our Mind to Fear...

or losing our Mind to LOVE <3

One is Life in Prison. The other Eternal Freedom. 

***

O desafio supremo da Vida na Terra resume-se a:

Escolher entre perdermos a Mente no Medo...

ou perdermos a Mente no AMOR <3

Uma delas é Prisão Perpétua. A outra Liberdade Eterna. 



sábado, 10 de setembro de 2016

4000 km de Deslumbrante Beleza

Uma moto, dois aventureiros apaixonados pela Vida, mais de uma centena de praias de mar e rio, por montes e vales ibéricos, desfrutando da liberdade de 4000 km de estradas de todos os tipos, noites de chão duro, areia, relva e cheiro a mar, ribeiros quentes e gelados, florestas frondosas e picos escarpados, chuva, vento, sol, neblina, lua e estrelas, sorrisos nos lábios e brilho no olhar, aromas puros e saborosas delícias, vivendo intensamente desde a aurora ao crepúsculo, horas e horas no silêncio do Ser, apenas Agora, apenas porque SIM, com o coração transbordante de deslumbrante beleza, em Gratidão pela plenitude da Vida em Amor e Alegre celebração aqui fica a partilha de alguns dos muitos... muitos mágicos lugares e momentos partilhados neste abençoado e abundante Verão de 2016.

Deixo, ainda assim, a minha nota de pesar pelos tão graciosos e intermináveis hectares de fauna e flora dizimados pelas trágicas labaredas da inconsciência por este país fora, de Norte a Sul sem exceção, sabendo que os meus e os teus filhos não poderão deleitar-se na sombra das magníficas árvores que jazem em cinzas por entre os rochedos que restam.

Que Portugal saiba em tempo útil largar o tão sedutor vício do drama e embarcar numa nova jornada de respeito por esta Terra que nos acolhe, cuidando do que ainda existe como se dos nossos próprios filhos se tratasse, pois que assim é - a Terra e nós, Mãe e Filhos, Guardiões e Lar.

Profundamente Grata, Amor :D <3




... e ainda os restantes 1500 km de momentos inesquecíveis com todas as pessoas que amo e que coloram a minha vida de encantos sem fim. Não há forma de expressar por palavras o quão abençoada me sinto pela família linda cuja companhia tenho o privilégio de poder partilhar, com quem tanto aprendo a amar incondicionalmente, alegre pelo simples prazer de Respirar este mesmo ar convosco. Obrigada mãe, filhos e restante família de amor por absolutamente tudo <3 Grata transbordo a imensa e inestimável abundância que recebi este Verão <3 Que ela possa encher os caudais secos, surdos, cegos e mudos dos corações deste mundo à beira de um novo Despertar e ficar gravada na Eternidade como prova Viva de que o Amor é mesmo a simples resposta para todas as dicotomias na Terra e além. É ele a Paz no Centro Uno de todas as tempestades. Amemos pois, intensa e livremente, com o coração completamente aberto, sem medo da dor, sem medo de dar, sem medo de receber. Não há outro caminho em Plenitude que não o de Amar. 

Timeless Awareness / Consciência Intemporal



sábado, 20 de agosto de 2016

Never Give Up? / Nunca Desistas?

Never Give Up


Such a darned dual statement.

On one hand essential to be done, on the other essential not to be done… just because in this volatile physical reality there is ALWAYS a SOMETIMES and NEVER is quite a treacherous concept indeed…

Let me explain what I’m getting at ;)

“Never Give Up” as a synonym of Determination is a MUST in any endeavour.

Nevertheless, and giving a concrete example here, my steadfast determination ultimately lead me to give it all up!!! In other words, I only ever really fell into myself and experienced true fulfilment when I gave up. 

      When I gave up trying to be better
·         When I gave up pretending
·         When I gave up trying to fix my chaos and chaos elsewhere
·         When I gave up trying to figure the way out of the mess I was in
·         When I gave up fighting
·         When I gave up trying to make sense
     When I gave up on needing to be in control
     When I gave up on identity
     When I gave up of heaps of stuffy beliefs and stale practices and habits
·         When I gave up trying to understand the multitude of discrepancies in the World
      When I gave up on TRYING
·         When I even gave up on wanting to live! There came a point when it was “either… or” for me. Either out of duality, inside of me at least, or out of here altogether

By giving up I gave way to complete surrender and only then did I definitely start Living, Feeling, Enjoying, Being.

But….. because in duality there is ALWAYS a BUT ;) Never give up on surrender to Essence, on Trust… On Life, Love, Isness.

This is the simple, sure way to every heartfelt dream, every wish for “happiness” and blissful grace.

So, give up or never give up?

I would say “never give up on giving up” as in letting go, surrendering, flowing, loving, living :)

I only ever get anything worthwhile done in everyday life, when I give up on "efforting" and fall back into my endless Ocean of Knowingness, discovering a new way moment to moment. 


***

Nunca Desistas?


Uma afirmação e tanto. 

Por um lado é essencial que se faça, por outro lado é essencial que não se faça... apenas porque nesta realidade física extremamente volátil há SEMPRE um ÁS VEZES e NUNCA é um conceito bastante traiçoeiro...

Deixem-me explicar onde quero chegar ;)

"Nunca desistas" como sinónimo de Determinação é ESSENCIAL em qualquer demanda. 

No entanto, e dando um exemplo concreto, a minha determinação inabalável levou-me em última instância a desistir de tudo!!! Por outras palavras, apenas caí completamente em mim, experienciando completude real, quando desisti...

      
Quando desisti de tentar ser melhor
Quando desisti de fingir
Quando desisti de tentar reparar o meu caos e o caos por todo o lado
Quando desisti de tentar descobrir uma saída para a alhada em que estava metida
Quando desisti de lutar
Quando desisti de tentar fazer sentido
Quando desisti de ter que ter tudo sob controlo
Quando desisti de ter que ter uma identidade
Quando desisti de montes de crenças bafientas e práticas e hábitos obsoletos
Quando desisti de tentar compreender as múltiplas discrepâncias pelo mundo fora
Quando desisti de TENTAR
Quando desisti de querer viver! Cheguei a um ponto em que ou eu realmente caía em mim de vez ou não valia a pena cá andar. Ou saía da dualidade interna ou saí daqui!

Ao desistir deixei o caminho livre para render-me por completo e foi apenas nessa altura que comecei definitivamente a Viver, a Sentir, a Desfrutar, a Ser. 

Mas... porque na dualidade há SEMPRE um MAS ;) Nunca desistas de te render à tua Essência, à Confiança... à Vida, ao Amor, a Ser. 

Esta é a forma simples e segura para chegar a todos os sonhos profundamente sentidos no teu coração, a todos os teus desejos de "felicidade" e graça. 

E então, desistir ou nunca desistir

Eu diria "nunca desistas de desistir", largar, renderes-te, fluir, amar, viver :)


As únicas vezes em que consigo realizar algo realmente valioso e consistente na vida, são aquelas em que largo o "esforço" e me deixo recostar no meu Oceano Infinito de Sabedoria, descobrindo uma nova forma, um novo caminho, momento a momento.